Antes de viajar (é hoje pessoal!!!!), gostaria de deixar para vocês alguma notícias – uma novas e outras nem tanto – que valem a pena tecer alguns comentários.Vamos lá:
Estados Unidos
Todos os posts marcados Estados Unidos
No último final de semana, como havia relatado anteriormente, tive a oportunidade de trabalhar como fiscal da prova do ENEM numa escola especial. Além do grupo de adventistas também tinham candidatos com outros tipos de deficiência: mental, motora, auditiva e visual. Nesse contexto, pude conviver por algum tempo com pessoas incríveis, pessoas que têm que mostrar o tempo todo que podem e querem alcançar algo na vida. Muitas vezes essas pessoas não conseguem uma oportunidade porque são educadas para acreditarem que são coitadinhas, que não podem fazer nada por causa de uma determinada limitação. Ora, quem de nós não tem limitações? Quem de nós, ditos normais, poderíamos vangloriar-nos de nossa perfeição diante dos outros?
Deus certamente não quis castigar as pessoas com necessidades especiais, assim como não quis castigar uma pessoa perfeitamente normal sem dinheiro para comprar um carro novo. Ele nos quis diferentes e é justamente a riqueza das diferenças que torna interessante o convívio social. Um completando o outro e um ajudando o outro. O que temos em comum? Sermos todos criados por um mesmo Deus, que nos garantiu sermos Sua “imagem e semelhança (Gênesis 1, 26-27).
A causa do aborto é, sem dúvida, algo urgente em nosso país. O Supremo Tribunal Federal (ou Faccional para alguns) tem mostrado que não veio para zelar pela guarda dos direitos humanos, muito menos a constituição. Por outro lado, veio atender às demandas ideológicas de certos grupos ou simplesmente o que seja considerado politicamente correto. Nesse interim, a vida humana em suas formas mais frágeis corre risco. Antecipamos uma era de atos eugênicos, de modo que as pessoas brincam de deus e de assassinos frios e cruéis. Tudo isso, é claro, constitucionalmente lícito. É o que já acontece em outros países como os Estados Unidos:
Eu posso não ser perfeito,
Mas eu sou feliz.
Eu sou obra das mãos de Deus,
e carrego comigo a Sua imagem.
Eu sou abençoado.
Eu estou entre os 10%
das crianças nascidas
com Síndrome de Down
que sobreviveu ao Roe versus Wade.
Esta tocante e forte mensagem está sendo amplamente divulgada no Facebook. Para quem não sabe, Roe versus Wade foi o nome dado ao caso de um falso estupro usado como prerrogativa para que a Suprema Corte dos EUA legalizasse o aborto em todos os estados da federação americana até o primeiro trimestre de gestação. De lá pra cá, nove em cada dez bebês diagnosticados com Síndrome de Down são sumariamente abortados. Situação deplorável par um país que diz defender os direitos humanos das terríveis práticas (i)morais do islã ou combater a memória nefasta de Hitler. Que Deus ilumine a mente destes ministros do STF para que um Roe versus Wade não ocorra em nosso país.
Créditos: CNS News e American Papist
Neste dia, meus pensamentos se voltam para os acontecimentos sombrios do 11 de setembro de 2001, quando tantas vidas inocentes foram perdidas.
Bento XVI, Sumo Pontífice da Igreja de Deus, 11 de Setembro de 2011.

George Bush e João Paulo II
Jim Nicholson, ex-embaixador dos Estados Unidos junto a Santa Sé, lembra a reação do último papa aos terríveis ataques que ocorreram há dez anos atrás.
[NCR; Tradução: Sentinela no escuro] O papa João Paulo II, apesar de um homem da Igreja, era possuído por um incomum senso de dinamismo global e das complexidades das pessoas e culturas.
Meu primeiro encontro face a face com João Paulo II foi em 13 de setembro de 2001. A ocasião foi a apresentação formal de minhas credenciais diplomáticas como o novo embaixador dos Estados Unidos para a Santa Sé. O encontro foi planejado para acontecer numa ocasião festiva; Em vez disso, o encontro se deu durante um triste evento, tendo em conta que o mundo lamentava os terríveis eventos ocorridos nas últimas 48 horas.
A primeira coisa que o papa me disse foi o quanto ele sentia pelo ocorrido em meu país, o qual acabara de ser atacado e o quanto ele havia se entristecido. Em seguida nós fizemos uma oração juntos pelas vítimas e por seus familiares.
O papa disse algo muito profundo e muito revelador de seu entendimento apurado de terrorismo internacional. Ele disse: “Embaixador Nicholson, este foi um ataque não apenas aos Estados Unidos, mas a toda a humanidade”. E em seguida acrescentou: “Devemos parar estas pessoas que matam em nome de Deus”.
As palavras do papa sobre os ataques aos EUA em 11/09 e sobre a nossa necessidade, aliás, sobre a nossa obrigação moral de “fazer algo” foi inestimável para que os EUA reunissem uma “Coalizão da boa vontade”, como o presidente Bush a chamou. Foi a aguda compreensão do papa a respeito da situação – a eclosão dos ataques por terroristas sediados no Afeganistão – que o compeliu a emprestar sua influência moral a seu amigo e ajudar os Estados Unidos.
Ele soube exatamente o que estava dizendo e o efeito que isto teria nos outros países que ainda estavam decidindo se iriam ou não reunir forças militares no Afeganistão conta a Al Qaeda e seus colaboradores. O papa não parou, hesitou ou se equivocou quando comunicou por mim sua mensagem para que se voltassem contra estes terroristas apátridas que se escondiam sob o muro protetor da soberania afeganistã.
O papa João Paulo II cresceu sob dois regimes repressores: o nazismo e o comunismo. Ele sabia do efeito destas agendas ideológicas sobre a liberdade e a dignidade e que a combinação de recursos militares poderia acabar por atingir pessoas inocentes.
O papa exerceu um papel fundamental, o qual George Weigel chamou de “revolução de consciência” na Polônia. Ele foi um instrumento na extinção da União Soviética e do Comunismo na Europa. Ele tinha experiência nas complexidades de se usar discretamente a força moral para influenciar os organismos internacionais.
Sendo antes de tudo um homem de paz, o papa JP2 também conhecia a doutrina católica da guerra justa e a responsabilidade das autoridades em proteger os inocentes de seus algozes. Ele respeitava o presidente Bush e seu” julgamento prudente” ao decidir o que seria legítimo na defesa do bem comum.
Em 2004, o presidente Bush, imbuído de grande gratidão e respeito pela solidarização do papa com os valores americanos, presenteou João Paulo com a Medalha da Liberdade, que é a maior condecoração que os Estados Unidos concedem a um civil.
Números do Centro de Pesquisa aplicada ao Apostolado (CARA) indicam que a quantidade de novos católicos continua em queda nos Estados Unidos.
Uma das justificativas é que estes números seguem a queda da taxa de fertilidade. Outro dado interessante é que desde 2000, quando do estouro de casos de pedofilia, o número conversões continua a cair (sendo que de 2000 a 2001, época do boom dos casos, a queda foi de 20.000 novos catolicos).
O Papa (ou o Espírito Santo?) acertou em cheio no continente (americano), no momento (o quanto antes) e no tema da próxima Jornada Mundial da Juventude: Ide e fazei discípulos todos os povos!” (cfr Mt 28,19). Dúvidas?

Apesar de protestos por parte de grupos religiosos (judeus, católicos, protestantes e muçulmanos), o prefeito de Nova Iorque, sr. Michael Bloomberg, decidiu que não voltará atrás em suas decisão de impedir que religiosos façam parte do memorial do 11 de setembro.
Tolo. Se ele queria organizar um evento contra a intolerância, conseguiu exatamente o oposto.
90% dos peregrinos estrangeiros da JMJ recomendará que se visite a Espanha
A pesquisa foi realizada com 2800 peregrinos (sendo a metade espanhóis). Os jovens pontuaram positivamente a amabilidade e a hospitalidade do povo espanhol, os bares e restaurantes e a atenção por parte dos voluntários. Ainda de acordo com a pesquisa, para 81% dos entrevistados, a JMJ ajudou a reforçar o relacionamento pessoal com Deus, para 79% o evento ajudou a aumentar a vontade de fazer algo para o bem da sociedade e para 76% dos respondentes a JMJ ajudou a fortalecer seu compromisso com a Igreja.
Estes são mais alguns resultados “terríveis” da visita do papa. #Oremos…
4ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida em Brasília
Com o objetivo de conseguir a aprovação do Projeto de Lei que trata de estabelecer o “Estatuto da Criança por Nascer”, mais conhecido como “Estatuto do Nascituro”, a tradicional Marcha pela Vida ocorrerá mais uma vez na Esplanada dos Ministérios, dia 31 de Agosto, a partir das 15:00.
Já participei uma vez e vale muito a pena. Se, como cidadãos (independentemente de religião), não nos manifestarmos, veremos nosso país caminhar para o buraco como já está acontecendo com a Europa. Sem crianças não há futuro. Pude comprovar pessoalmente o mal que o controle de natalidade fez para a Europa.
[American Papist; Tradução: Sentinela no escuro] A Madonna surfando apareceu pouco antes da semana da Páscoa e desde então tem provocado um caloroso debate nesta cidade costeira ao sul da California.
O surpreendente mosaico da Virgem de Guadalupe surfando sobre uma onda foi afixado a uma parede sobre uma ponte do trem por artistas disfarçados de pedreiros em abril. Tecnicamente a imagem é um grafite edeveria ser removido de acordo com a lei.
Entretanto a beleza da madona surfista está atraindo uma legião de seguidores. Até mesmo as autoridades da cidade que dizem que a imagem deve ser removida assumem ter sido cativados por ela. Eles gastaram uma grande quantia para empregar uma agência de conservação de arte para encontrar a melhor forma de removê-la sem causar dano.
A parede de 3×3 m e os azulejos do mosaico revelam um dilema interessante se a cidade deve ou não gastar tanto dinheiro para se livrar de uma obra de arte que, ainda que ilegal, seja bem feita e embeleze o lugar.
…Apoio à Virgem pegando onda só floresceram em meio a controvérsia. Ela está agora no Twitter e no Facebook suplicando por ajuda: “Eu sou a Madonna surfista. Um mosaico público estimado. Estou afixada em Encinitas, esperando tornar-me famosa o bastante para sar salva.

Recentemente assisti a um documentário excelente. O documentário estreou em março deste ano no canal History Channel, nos Estados Unidos. De maneira sem precedentes, o canal conseguiu informações nunca antes transmitidas por uma televisão americana. Eles entrevistaram religiosos, especialistas, cardeais da Cúria e muito mais. Tudo para garantir uma profunda abordagem dos fatos por trás da Sé Apostólica. Os trechos que me chamaram mais a atenção foram os que mostram cenas corriqueiras do papa Bento XVI. Tem cenas incríveis dele almoçando e assistindo televisão com a Cúria.
O documentário de duas horas também aborda as relações diplomáticas entre a Santa Sé e os Estados Unidos durante a Guerra fria. Só de colocarem gente da Cúria para falar, já considero uma verdadeira vitória. Geralmente só escolhem acadêmicos com uma visão maquiavélica dos fatos. Isto leva a visões deturpadas da história. No caso de Bento XVI, posso dizer que este documentário caiu como uma luva. Depois do sol radiante em torno da figura do amado João Paulo II, não se poderia esperar algo diferente de uma tempestade de críticas ao sucessor de João de Deus.
As imagens mostram, no entanto, um papa próximo dos fiéis, disposto a ouvi-los e a tocá-los. Muitos clamavam que ele seria um papa frio, por sua nacionalidade germânica, mas Joseph Ratzinger também é professor. E os bons professores, ainda que rígidos em certas ocasiões, sempre querem o crescimento dos alunos como objetivo. É isto que vocês perceberão nas imagens do documentário. Abaixo seguem dois trechos do documentário:
Eu procurei em muitos lugares, mas, infelizmente não encontrei legendas para o vídeo. Para quem souber inglês, ou apenas quiser ver belas imagens, seguem os passos:
1-Procure no sistema de busca (ex. Google) os termos “Secret access: the vatican history channel”;
2-Baixe os arquivos que provavelmente estão separados (pois é muito extenso). Vocês encontrarão diversas fontes.
Vale muito a pena conferir. Também encontrei o documentário “Inside the Vatican: National Geographic Goes Behind the Public Facade”, original de 2004, do National Geographic Channel. Infelizmente não pude assistir ainda, mas fica a dica também.
[Achei um texto suuuuper legal sobre adoção de crianças com HIV. Eu me senti um completo tolo diante das informações apresentadas. O artigo é da Jennifer Fulwiler e contém informações do contexto norte-americano, mas pode servir muito bem para os brasileiros também! São 8 tópicos para que fiquemos ligados neste assunto que é de extrema importância social, diga-se de passagem. Espero que gostem:]
[NCR; Tradução: Sentinela no escuro] É sempre bom quando nos deparamos com notícias que provocam mudanças. Assim, eu fiquei muito empolgada ao ver este artigo sobre como mais famílias estão adotando crianças HIV-positivas. Até recentemente eu não sabia que alguém poderia ou adotava crianças HIV-positivas. Eu presumi que isto seria muito difícil, muito perigoso, muito caro e, talvez, até mesmo ilegal; e, infelizmente, eu era também ignorante do número total de crianças HIV-positivas por aí que precisavam de um lar.
Foi aí que encontrei um casal daqui que após um longo e cuidadoso discernimento sentiu-se chamado a dar as boas-vindas a duas crianças HIV-positivas em suas casas. Desde que passei a acompanhar alguns blogueiros e as vidas de uns amigos daqui, descobri que está aumentando o número de crianças HIV-positivas e por meio de suas histórias eu aprendi muito sobre o assunto. Observar as vidas destas famílias dissipou um monte de equívocos que eu costumava ter sobre o assunto. Desta forma, achei que seria útil escrever um resumo de alguns dos fatos que eu achei mais impressionantes e interessantes para aqueles que não são familiarizados com o assunto como eu era:
1. Órfãos HIV-positivos frequentemente não têm quase nenhuma chance de serem adotados em seus países de origem
Ainda que continue havendo uma profusão de informações incorretas sobre o assunto aqui nos Estados Unidos, nosso conhecimento sobre HIV/AIDS é bem maior que em muitos países. Infelizmente muitas das áreas do mundo que têm os maiores índices de crianças HIV-positivas precisando de um lar são áreas onde as pessoas com a doença enfrentam os maiores estigmas.
2. Crianças com HIV que têm acesso a cuidados médicos de qualidade normalmente têm uma expectativa de vida normal
O HIV já não é mais considerado uma doença terminal. O HIV é tratado pela comunidade médica mais como uma condição crônica como a diabetes tipo 1. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde, a expectativa de vida das pessoas HIV-positivas com acesso a cuidados médicos é quase o mesmo de pessoas não-infectadas.
3. Nunca houve um caso de alguém que contraiu HIV por contato doméstico normal
Você não pode pegar HIV compartilhando comidas e bebidas ou usando a mesma cama ou banheiro que uma pessoa HIV-positiva. Você também não pode contrair o vírus trocando fraudas, abraçando, beijando ou ainda tomando banho ou nadando com alguém infectado pelo vírus.
4. Terapias com medicamentos modernos podem tornar o vírus HIV quase indetectável
Minha amiga que é mãe de de duas crianças HIV-positivas me disse que: “Em média, uma semana após o início da TAAA (Terapia Antiretroviral Altamente Ativa), 90% de todo o HIV no corpo se foi; dentro de um mês, 99% se foi.” Relacionado ao que foi dito, a TAAA também faz com que a doença se torne muito menos transmissível, ainda que haja contato sanguíneo.
5. Também é plenamente possível conseguir seguro-saúde para crianças HIV-positivas
Na maioria dos casos, a cobertura do seguro-saúde é requerida por lei para crianças adotadas da mesma forma que para os filhos biológicos, independentemente de condições pré-estabelecidas. Planos empresariais para grupos normalmente cobrem HIV. Além disso, a maioria dos estados oferece assistência médica para o cuidado de crianças e adultos HIV-positivos.
6. As leis foram recentemente modificadas para facilitar a adoção de crianças HIV-positivas no país
Foi-se o tempo em que adotar uma criança HIV-positiva era algo complicado pela necessidade de obter uma renuncia I-601 (Renuncia por Dificuldades Extremas). Uma recente mudança nas leis retirou o HIV da lista de Doenças Comunicáveis de Significância para a Saúde Pública do Centro de Controle de Doenças. Isto quer dizer que os pais que adotarem uma criança HIV-positiva podem esperar um prazo similar no processo como ocorre com qualquer outra adoção.
7. Você pode ver fotos de crianças HIV-positivas necessitadas de um lar atualmente
Uma coisa que realmente em fez começa a prestar atenção neste tema foram as fotos de crianças com HIV necessitadas de um lar, como as do Project Hopeful. Olhar nos olhos de um pequeno ser humano, mais do que simplesmente ler sobre dados estatísticos me fez entender porque um crescente número de pessoas estão abrindo seus corações e suas casas para este desafiador, mas recompensante chamado.
8. Pessoas normais (não só santos) adotam crianças HIV-positivas
Uma coisa que eu reparei sobre todas estas famílias é o quão normal elas são. Muitos dos pais de crianças infectadas nunca haviam cogitado fazer algo deste tipo antes e tiveram muito medo e hesitações. Meu amigo me contou uma vez sobre a sua decisão de ir por este caminho: “Eu aprendi que enquanto a fidelidade perfeita deveria ser algo a que todos aspiramos, a fidelidade por “um-pé-na-frente-do-outro” é geralmente o melhor que eu posso dar e, afortunadamente, na maioria das vezes basta. Você não precisa ser extraordinário; você só tem que seguir o rumo. Como eu relembro diariamente, eu posso não saber onde os meus passos vão dar, eu posso estar apreensivo no caminho, mas eu sei Quem anda ao meu lado. E todas as estradas caminhadas na fidelidade levam a Ele.
Obviamente adotar uma criança com qualquer tipo de necessidades médicas significantes, precisam de um chamado especial. Não é algo que toda família está destinada a fazer. Porém, eu fico contente de ver as palavras “estou fora” (sobre a possibilidade de adotar uma criança HIV-positiva) se não houver uma negligencia desta escolha por uma simples falta de informação.
A profanação de qualquer texto sagrado, incluindo o Corão, é um ato extremo de intolerância e fanatismo.
Barack Obama, presidente dos Estados Unidos
Fonte: International Business Times


Eu posso não ser perfeito,



